NOV
2
2010

Vídeos e apresentações Akademy 2010 - parte 2

Já faz algumas semanas que o pessoal do KDE-Promo começou a subir os vídeos das palestras do Akademy para o canal kdepromo no Youtube (antes só estavam disponíveis para download no formato .ogv). Gostaria de destacar duas palestras: [[{"type":"media","view_mode":"media_large","fid":"217","attributes":{"class":"media-image","typeof":"foaf:Image","height":"344","width":"425","style":""}}]] [[{"type":"media","view_mode":"media_large","fid":"218","attributes":{"class":"media-image","typeof":"foaf:Image","height":"344","width":"425","style":""}}]] Vejam as outras também! Vale a pena ;-)

OCT
30
2010

Fórum KDE Brasil - Edição Nordeste: aqui vamos nós!


Falta menos de uma semana para o III Fórum KDE Brasil - Edição Nordeste, que será realizado durante o IV Encontro Nordestino de Software Livre. O KDE-Piauí produziu material promocional da comunidade para o evento.

As camisetas com a logo do KDE-Piauí e alguns adesivos para notebooks com a logo do KDE e do KDE Brasil serão distribuídas aos participantes do fórum. Veja:

 

Camisetas do KDE-Piauí!

Muitos adesivos do KDE!

e finalmente... camisetas e adesivos de montão!

Esperamos todos vocês por lá!!! Aqui está a programação completa do evento. Fórum KDE Brasil - Edição Nordeste é organizado por:

e recebe apoio de:

 

OCT
29
2010

Uma reflexão sobre a divisão do KOffice.

Entrar numa comunidade de software livre sempre é uma escolha influenciada pela proximidade que o contribuinte sente com o ideal detrás da criação do projeto. Muito da automotivação é ocasionada pelos eventos e fatos em que a comunidade está inserida. No entanto, quando a casa começar a tremer nas bases, é porque há chances do teto desabar e às vezes a melhor alternativa é tentar contruir outra.

Há poucas semanas houve  um consenso de uma comunidade de desenvolvedores que, por temerem que o seu ideário se modifique, decidiram tomar os rumos do projeto nas proprias mãos. O atual LibreOffice (antigo OpenOffice) e The Document Foundation (entidade responsável pelo projeto) é um caso de que quando a dúvida surge dentro de um projeto, e se existem pessoas que acreditam nos ideais do mesmo, o "divórcio" acaba por entrar em processo de andamento. As ações duvidosas da Oracle após a compra da Sun, como luta de patentes do Java com o Google, o fechamento do Solaris e a enrolação do MySQL, levantou temores da comunidade de desenvolvedores do OpenOffice, ocasionando seu fork.

Recentemente (23/10/2010), Cyrelle Berger iniciou uma thread na lista do koffice-devel anuciando sobre a divisão da comunidade de desenvolvimento do KOffice e como essa é a melhor solução para as discussões que acontecem internamente no projeto. No email, Berger fala que serão feitas perguntas ao KDE e.V. e que isso é uma possibilidade de um novo começo para a suite de escritorio do KDE.

Ao ler os emails da thread até agora, pude ver que o problema é relativo à questões pessoais entre os contribuintes, ao contrário do problema do LibreOffice, que está mais relacionado com a segurança juridica do idéario do projeto. No email, Berger fala de dois grupos de desenvolvedores:um grupo A, composto apenas pelo KWord e um grupo B, com KPresenter, Krita, Karbon e Kexi. Isso de certa maneira acaba por esclarecer algumas duvidas que, como usuários, acabamos por levantar.

O KOffice, mais especificamente o KWord, foi um projeto que tentei utilizar por aproximadamente 2 meses em um momento importante, que foi a escrita do meu trabalho de conclusão de curso. A usabilidade em termos de semiótica, como a escolha dos ícones e posicionamento dos mesmos pelas regras de Gestalt, é muito boa. Mas o KWord tem um problema seriíssimo de desempenho. Quando escrevia cerca de três palavras consecutivas, o programa ainda estava terminando de renderizar a primeira! Sem falar em outros problemas, como modificação indesejada da barra lateral direita, a baixa qualidade de renderização do formato ODF, a discrepância do WYSIWYG do documento gerado entre suites diferentes, e por ai vai. Sei que um software deve ter um foco próprio, mas não apresentar qualidade em certos termos básicos acaba por decepcionar e afastar usuários em potencial.

Infelizmente (ou felizmente, não sei) o KWord foi o único programa que me apresentou esse problema. Outros aplicativos do KOffice, como o Karbon e o KPresenter, não ocorreram esses mesmos incômodos. Quanto ao Krita eu sou suspeito para falar porque sou fã do projeto (um fã crítico, mas ainda assim fã :) e seu desempenho, na maioria das vezes, bate em muitos dos programas que eu utilizo nas minhas brincadeiras artísticas, como por exemplo o Gimp.

Da mesma maneira que muitos apostam na decolagem do The Document Foundation e do LibreOffice com todos os benefícios que isso irá acarretar para a comunidade, espero que essa divisão do KOffice seja benéfica para o KDE como um todo. Não estou ciente de todos os problemas internos do KOffice, mas a abertura para a diversidade de escolhas de projetos tem a possibilidade de trazer a tona mais melhorias para o KDE SC. Então é esperar pra ver.

Espero que a situação do KOffice possa trazer uma provocação para todos nós que tentamos contribuir de alguma maneira aos projetos FOSS: que uma boa comunidade de projetos de software livre se faz com um contato mais próximo com a base de usuários e que luta de egos nas definições de prioridades ajudam muito mais a minarem esforços do que a promover seu sucesso.

OCT
14
2010

Happy Newbies

Um dia desses eu estava procurando na nossa Techbase mais informações sobre os Junior Jobs e encontrei uma página com dicas muito interessantes para newbies começarem em projetos do KDE sem desanimar no meio do caminho!

Agora você também encontra a mesma página, em português, no br.kde.org:

"Não se abale com comentários negativos:

- Você vai encontrar uma grande variedade de culturas em nossa comunidade, o que significa que você vai passar por pessoas que parecem quietas, distantes ou mesmo ofensivas as vezes. Lembrem-se que em qualquer cultura, geeks tendem a não ser muito sociáveis.

- Continue tentando, mesmo se alguém disser que a sua contribuição não é importante, isso vai ajudar a você a aperfeiçoar os seus conhecimentos e você vai ganhar mais experiência com isso."

Leia todas as dicas aqui: http://br.kde.org/Happy_newbies

Se animou? Então, não deixe de entrar em contato com a gente, entre no IRC  - #kde-brasil e #kde-lovelace, na nossa lista de e-mails - https://mail.kde.org/mailman/listinfo/kde-br, ou deixe um comentário abaixo.

E seja muito bem vindo! :D

OCT
11
2010

Projetado para não escalar

(Este é o segundo post do convidado Asheesh Laroia do OpenHatch, um "mecanismo de participação no open source". OpenHatch é um website e também um  projeto em andamento para ajudar os novos colaboradores a encontrarem o seu lugar em projetos de software livre. Se você gosta deste tipo de coisa, você pode se inscrever no blog do OpenHatch ).

OpenHatch

Para a maioria dos projetos open source, apenas um novo contribuidor já significa um incrível aumento de energia. Como um membro do time, o que você pode fazer para encontrar essa pessoa?

Normalmente, nós configuramos computadores para conversar com potenciais colaboradores. Este  "escala" - um novo colaborador solicita uma página da wiki ou procura no localizador de oportunidades para voluntários do OpenHatch, e você não precisa fazer absolutamente nada. Se as coisas funcionam, os patches fluem.

Desta vez, eu quero falar sobre estratégias de divulgação em que o esforço humano é o gargalo.

Fedora Design Bounties

Com o objetivo de trazer um novo colaborador, Mairin Duffy, por vezes, escreve um "Projeto Fedora Bounty", um longa descrição de algo que ela poderia fazer sozinha.

Olhe para o primeiro e você terá uma noção do processo. Ela criou uma página web e discutiu um tema específico (ao invés de simplesmente linkar para um ticket). Ela destacou uma tarefa específica para um iniciante e forneceu uma demonstração de porque aquilo é importante para que o trabalho seja realizado. A seção “O que tem nele para você?”, explica como será muito legal se você fizer isso.  Finalmente,  o concurso: qualquer um pode tentar trabalhar nele por 48 horas, e se não tiverem êxito, a próxima pessoa da fila ganha uma chance.

Em seguida, ela cruzou os dedos, clicou em "publicar", e esperou ansiosamente.

Neste caso, houve um grande número de respostas. Dentro de poucas horas, um sujeito chamado Jef conseguiu "a recompensa", e alguns dias depois, Mairin o parabenizou pelo êxito.

De uma perspectiva, suas ações eram incompreensíveis. Se ela queria alguém para ajudá-la, por que não  penas registrar no Fedora Trac? Se ela queria publicá-lo, por que gastar horas escrevendo tudo isso e fazer um concurso, quando ela poderia ter colocado no blog um link para o ticket?

E todo esse tempo, Jef poderia ter aplicado suas habilidades de design para o trabalho da equipe, procurando por uma passagem adequada no tracker. Por que não?

Há alguns apectos intrigantes na estratégia dela:

  1. Seus pedidos de ajuda soam extraordinariamente humanos. Ela  detalha as ferramentas que devem ser usadas e os documentos para ler. Esse tipo de informação (e o tom usado) não é sequer apropriada para um ticket tracker.
  2. Criando um concurso com tempo limitado, criou-se uma sensação de urgência. O concurso  é uma oportunidade para o auto-aperfeiçoamento, e não um "finalizado" em vermelho marcado em um bug tracker.
  3. Ela trabalhou para colocar a sua solicitação na frente de muitas pessoas. O concurso apareceu no Planet Fedora, Planet GNOME, e no seu microblog.

E deu certo. Ela conseguiu contribuições duradouras. Jef e Emily, os dois bem-sucedidos "ninjas", passaram a contribuir para a equipe do Projeto Fedora equipe de outras maneiras. (Jef ainda conseguiu um estágio na Red Hat!)

Um ambiente de apoio com pessoas amigas e recursos "emprestados”.

Na faculdade, eu liderei a Johns Hopkins Association for Computing Machinery, nosso clube de computador, por alguns anos. Quando eu era presidente no fim de 2005, os computadores dos alunos nos dormitórios não podiam rodar servidores, o firewall deveria bloquear as conexões de entrada para eles. Um calouro entusiástico-ainda-tímido apareceu e parecia que ele queria mexer com o funcionamento de uma máquina Linux. O escritório da ACM é um ótimo lugar para isso, e tínhamos hardware de sobra nas prateleiras. Mas nós estávamos ficando sem endereços IP e, a maioria das máquinas existentes estavam muito críticas para eu entregar o o acesso root para um calouro.

Nós tivemos sorte quando encontramos um computador descartado no corredor. Uma etiqueta declarou seu hostname, sea.cs.jhu.edu. Nós o trouxemos de volta para o escritório da ACM. Desde que nenhuma outra máquina estivesse usando aquele endereço IP, decidimos continuar a usar o endereço até que alguém se queixasse. Então, o plugamos, instalamos um novo sistema operacional nele, e ele teve que se mexer.

Agora, cinco anos depois, ele é um desenvolvedor de DragonFly BSD e contribui com patches para Ogg Theora, Plan 9, e uma série de outros projetos.

A presença de geeks do Linux no escritório da ACM forneceu um ambiente que incentivou a fazer perguntas e tentar projetos pessoais.

E se a ACM tivesse sido desativada? O firewall restritivo Hopkins teria bloqueado a sua capacidade de experimentar com SSH e aprender sobre sistemas Unix-like. E o endereço IP de reserva (ainda que duvidoso) significava que os administradores de sistemas da ACM nunca haviam tentado reutilizar a máquina para servir totalmente aos membros da ACM.

(Além disso, acho que o endereço IP está em desuso novamente...)

O que eu aprendi com esses exemplos

O Projeto Fedora Bounties e a incubadora de estudantes na sociedade de computação são atividades demoradas. Necessitam de uma grande quantidade de esforço, restritas dentro de um curto período de tempo, eles atingem um número pequeno de pessoas.

Mas para aquele pequeno número de pessoas, eles podem ter um impacto enorme.

Para um líder do projeto, como Mairin, um novo colaborador pode aumentar o nível de energia da comunidade. Tendo isso como sua meta, trabalhar duro para encontrar novos colaboradores faz todo sentido. Eu acredito que há outros projetos em situações semelhantes, assim Danny Piccirillo e OpenHatch estão incubando um projeto semelhante chamado Starling Bounties. Para provar à comunidade que isto pode funcionar, nós teremos o esforço de escrever.

Para mim, ver as pessoas tendo acesso a  isso tem sido gratificante. Nem todos os alunos têm acesso a uma rede de apoio de conhecimento sobre open source. Portanto, este fim de semana passado, visitei a Universidade da Pensilvânia para tentar criar uma aqui. Com a ajuda de outros professores, demos a 30 alunos a instrução prática sobre GNU/Linux, git, IRC, e outros conceitos chave para a participação no open source.

Estes mecanismos só crescerão rápido a medida que as pessoas investirem seus esforços neles. Quando você deseja uma mudança substancial para alguém, deve demonstrar principalmente dedicação.

Obrigada

Depois de ler todas estas palavras, você deve estar exausto.  Pegue um copo com água.

Para vocês queridos leitores que conseguiram ler até aqui: O que vocês acham do Fedora Design Bounties? Vocês estariam interessados em tentar um Starling Bounty com seu próprio projeto? E eu quero ouvir sobre as coisas divertidas que você faz para ajudar a crescer a comunidade de software livre, mesmo que "não escale!"

------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Você pode ler o texto original, em inglês, no blog da Lydia: Designed not to scale. Caso encontre algum erro na tradução, por favor, fique a vontade de nos avisar ;-)

OCT
9
2010

Traduzindo o KDE

Há um ano atrás eu não tinha a menor ideia de como poderia contribuir de forma direta para o KDE. Eu não programava e achava que essa era uma das únicas formas de ajudar, senão a mais importante. Mas eu estava enganada. Não imaginava que existiam tantas outras formas possíveis de colaborar com a comunidade do software que eu tanto gostava. Até que durante o Software Freedom Day Teresina de 2009 tive contato com o Sandro Andrade, desenvolvedor do KDE e membro do Live Blue, o KDE Bahia. Neste evento, o Sandro palestrou, entre outras coisas, sobre como e porque colaborar com projetos de software livre, citando o caso do KDE. Esse contato com ele foi decisivo para que eu descobrisse as inúmeras possibilidades de colaborar com um projeto de software livre e para que eu me engajasse na comunidade do KDE Brasil. Depois disso me inscrevi na lista de discussão do KDE-Br e fui acompanhando o que acontecia.

[[{"type":"media","view_mode":"media_large","fid":"246","attributes":{"class":"media-image aligncenter","typeof":"foaf:Image","style":"","width":"300","height":"300","title":"162_kde","alt":""}}]]

Pensei, o próximo passo é procurar uma área em que eu pudesse ajudar de fato na construção do KDE. E eram muitas. O Sandro havia nos explicado durante sua palestra que não só de programadores era feito o KDE, mas também de empacotadores, tradutores, artwokers, testadores, promoção e etc. Dentre estas possibilidades acabei escolhendo colaborar com as traduções. Era a que eu tinha mais habilidade e também funcionaria como uma forma de aperfeiçoar o meu inglês. Feita a escolha, restava agora me informar sobre como poderia proceder para ajudar nas traduções. Fui até a página do KDE Brasil na seção Projeto de Tradução. Lá pude encontrar todas as informações necessárias sobre o team de tradução pt-br e seu funcionamento. Me inscrevi na lista do team e me apresentei como voluntária. Depois, seguindo o tutorial que há no site, configurei o meu ambiente de tradução e comecei a fazer as minhas primeiras contribuições para o KDE. A sensação foi maravilhosa. Saber que está contribuindo para que as pessoas tenham um software cada vez melhor é muito bom.

Aconselho a todos que se interessam em colaborar com o KDE ou com qualquer outro projeto de software livre, procurar uma área com a qual você se identifique, uma área na qual você tenha habilidade e se envolver. Você não precisa ser um expert nessa área, afinal de contas o processo de colaboração é também um processo de aprendizagem.

E meninas, fica a dica pra vocês, no team de tradução só tem euzinha de mulher. Vamos ocupar os espaços e mostrar que nós também podemos colaborar. ;)

OCT
6
2010

Canal IRC do KDE Lovelace

A prática de usar o IRC (Internet Relay Chat) para a comunicação entre os membros das comunidades de software livre já é tradição. Os canais do IRC funcionam como um espaço onde as comunidades podem fazer reuniões, tirar dúvidas dos usuários, receber sugestões e por aí vai. Nós do KDE Lovelace também temos nosso canal, é #kde-lovelace na rede freenode. Gostaríamos de convidar a todas  interessadas para ocuparem mais este espaço.

A nossa ideia é que ele possa servir como um espaço mais confortável e mais acolhedor para as meninas do software livre. Um espaço onde elas poderão se sentir à vontade pra perguntar, sugerir, pra intervir, sem passar pelo constrangimento de ser discriminada por ser mulher. A gente sabe que isso acontece muito em canais IRC por aí. Eu mesma já fui vítima do machismo e do preconceito no IRC. Não raras vezes fui assediada ou mal tratada por alguns usuários desses canais. O machismo ainda é muito forte nestes espaços, não generalizando, mas ainda há neles muitos homens que nos tratam como "incapazes" de lidar com assuntos da área de TI. Enfim, num ambiente assim, qual a mulher se sente à vontade pra perguntar ou sugerir algo? Eu já fiquei constrangida muitas vezes e abandonei até alguns canais por isso.

Por esses e por outros motivos criamos o nosso canal. A ideia não é segregar, aumentar mais ainda o abismo que há entre nós e os homens na TI, a nossa ideia é funcionar como um reforço para os canais que já existem e/ou uma alternativa pra quem não se sente à vontade neles. Então meninas, entrem no nosso canal, participem! Nós estaremos por lá pra ajudar vocês no que pudermos.

#kde-lovelace na rede freenode!

Sintam-se à vontade pra intervir!

Ah, e meninos, vocês também são bem-vindos, desde que não se comportem de forma preconceituosa.

 

OCT
5
2010

III Fórum KDE Brasil – Edição Nordeste

5 de outubro de 2010. "O III Fórum KDE Brasil – Edição Nordeste é a mais recente realização do “Fórum KDE Brasil” presente no Fórum Internacional de Software Livre (FISL), desta vez como evento satélite do IV Encontro Nordestino de Software Livre. O objetivo é apresentar palestras sobre os tópicos sendo atualmente discutidos no KDE e proporcionar vivências práticas, sob a forma de mini-cursos, acerca das principais tecnologias utilizadas no dia-a-dia da contribuição com o projeto." O fórum ocorrerá nos dias 5 e 6 de novembro na cidade de Natal-RN. Para mais informações, acesse aqui

OCT
4
2010

Lançado o KDE SC 4.5.2

5 de outubro de 2010. Hoje, o KDE lançou uma nova versão do KDE Software Compilation (KDE SC). Esta edição mensal do KDE SC é uma atualização de erros e traduções para o KDE SC 4.5. O KDE SC 4.5.2 é uma atualização recomendada para todos que estejam rodando o KDE SC 4.5.1 ou anterior. Como esta versão contém somente correções de erros e traduções, ela será uma atualização segura e suave para todos.

SEP
30
2010

Plugin de Visualização para o Quanta (também, o meu primeiro código para o KDE)

Desde que eu comecei a usar o KDE, a minha maior vontade era de contribuir com código, mas para isso eu teria que estudar várias coisas diferentes (na verdade, era o que eu mais queria: um desafio), e eu admito que  por muitas vezes pensei que não seria capaz de fazer isso. Então, eu decidi começar a palestrar sobre “KDE para Iniciantes” (iniciantes como eu), pois era uma maneira de promover e contribuir o software livre de maneira mais rapida do que desenvolver.

Eu fiz uma palestra antes do Akademy, no Seminário de Software Livre do TcheLinux em Caxias do Sul, e depois, fiz mais duas palestras, uma no FISL 11 e outra no 4º Seminário de Software Livre do TcheLinux em Pelotas. Nesses eventos eu tive a oportunidade de conhecer ouros usuário do KDE, e quem sabe futuros contribuidores.

Você pode ver as fotos aqui.

Mas eu ainda não estava satisfeita, eu queria programar, e não apenas promover, então eu falei com o Millian no Akademy, comecei a estudar mais a documentação, C++ e Qt para desenvolver um plugin para o Quanta,  onde o desenvolvedor pode visualizar a página que está sendo editada em tempo real. Voê pode visualizar como ele funciona assistindo o vídeo abaixo:

[[{"type":"media","view_mode":"media_large","fid":"216","attributes":{"class":"media-image","typeof":"foaf:Image","height":"344","width":"425","style":""}}]] (qualqer sugestão  para o page preview plugin, ou bug report serão bem vindos – eu já encontrei alguns bugs e tenho algumas idéias de como corrigir e melhorar o plugin)

Agora eu olho para o código e me pergunto: “Era só isso? Essas poucas linhas de código? Porquê eu tava coom tanto medo de não conseguir  fazer isso?” E é  por isso que eu estou escrevendo aqui, para dizer: qualquer pessoa pode fazer isso. Todos aqueles erros no terminal não são o Matrix. E a sensação depois que você consegue é ótima :-)

E para mim esse sentimento é muito parecido com o que eu sinto após uma plaestra, que eu poderia descrever como “Eu fiz o que tinha que ser feito”, pois eu não gosto de palestrar (na verdade eu ainda fico envergonhada só de ter que perguntar algo no IRC), mas isso é importante. Se você sabe de algo bom, você tem que deixar as pessoas saberem disso também. E o Software Livre é muito mais que código (apesar de eu ainda preferir essa parte), por isso é muito importante envolver mais pessoas na comunidade.

Bem, eu quero  programar mais (e mais rápido!) e vou tentar fazer mais palestras. E eu ainda tenho que escolher algo para desenvolver para  o meu trabalho de conclusão da faculdade, e com certeza vai ser para um projeto do KDE!

Pages